A retomada e o mobiliário: a era da flexibilidade

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Uma das maiores preocupações de funcionários e empresas em relação ao novo normal é como se dará o retorno dos colaboradores aos escritórios. Ações ainda cautelosas já tomadas nos países que entraram nesta fase mostram que a pandemia global do COVID-19 veio para transformar o mundo corporativo de um modo nunca visto antes. No Brasil, ainda temos um longo caminho pela frente, mas já é hora de você pensar estrategicamente no mobiliário da sua empresa. Ela precisa estar não só pronta para esta nova fase que se avizinha, mas para que os seus ambientes de trabalho não demandem a sua atenção a todo tempo e você possa focar nas estratégias para garantir o futuro do seu negócio.

As empresas que, na retomada, tentarem voltar ao trabalho com os escritórios nos mesmos moldes de antes da COVID-19 terão enormes dificuldades. A crise sanitária trouxe uma nova realidade, na qual os ambientes corporativos compartilhados precisarão ser reinventados. Será comum termos todos de lidar com uma volatilidade maior no número de colaboradores presenciais e implementar políticas e ações de distanciamento social constantes entre os funcionários. Isso muda completamente a forma de se olhar para os espaços de trabalho e o mobiliário corporativo. E essa reinvenção dos espaços passa ainda por um ponto fundamental: no novo normal, as empresas precisarão estar prontas para responder rapidamente aos eventuais novos períodos de quarentena, incluindo eventos localizados, como uma contaminação interna.

Toda essa revolução pode ser traduzida em uma única palavra: flexibilidade. Essa é a principal característica que as empresas precisarão desenvolver ou lapidar no novo normal, especialmente em relação ao seu mobiliário e a adequação dele a espaços que serão continuamente fluidos nos próximos meses.

Flexibilidade com o mobiliário como serviço

Embora já seja consenso que o ambiente de trabalho não será o mesmo, ainda não se sabe como será seu formato definitivo no novo normal. Ou sequer se haverá um formato universal definitivo e quando ele começará a ser implementado. Essa é a opinião de muitos CEOs no exterior e no Brasil, como Fabio Coelho, presidente do Google no Brasil. Em entrevista recente ao Link/Estadão, ele resume o ponto da seguinte forma: “Como vai ser o novo normal? Ninguém sabe (…) Mas o papel dos escritórios vai mudar”.

Com a incerteza ainda no ar, cada empresa precisará descobrir o que é mais conveniente para si, de acordo com a sua estrutura atual. Essa decisão pode ser cirúrgica ou complexa, ou ainda uma combinação de correções de curto e longo prazos. E nenhuma delas deverá ser encarada como definitiva. Soluções adequadas em um determinado momento poderão deixar de ser pouco tempo depois, quando impactadas por um maior entendimento do Covid-19, ou – esperamos – a produção de uma vacina. É por isso que a flexibilidade que o aluguel de móveis permite será fundamental na sua estratégia para a retomada e o novo normal.

Dividimos essa estratégia em uma linha do tempo para apresentar para você como o mobiliário como serviço pode tornar a sua empresa mais flexível em cada etapa da retomada dos negócios:

Fase 1: Prepare o terreno

Repensar o seu escritório é algo que precisa acontecer bem antes do primeiro colaborador entrar pela porta, por um motivo simples: ele será o primeiro de quantos?

No curto prazo, já se sabe que muitos de nós continuaremos trabalhando de casa, como falamos em “A era do home office (de verdade)”, parte do nosso artigo anterior. Isso se dará mesmo depois que as políticas de isolamento social do governo forem levantadas. Uma força de trabalho mista, dividida entre colaboradores presenciais e remotos também fará parte do dia a dia das empresas no novo normal. Muitos outros profissionais trabalharão em regime 50% em casa, 50% no escritório.  E há ainda a possibilidade de um escalonamento se tornar a política padrão de muitas empresas, com grupos menores de colaboradores chegando em dias alternados ou fazendo turnos que evitem os horários de pico no transporte público.

Todos esses cenários que tratam da quantidade de pessoal trabalhando presencialmente no novo normal precisam ser avaliados para que a sua empresa comece a tomar as decisões necessárias sobre cada um dos seus ambientes de trabalho. Com o aluguel de móveis, não só isso será mais simples, mas futuras adaptações também. Em caso de flutuação no número de colaboradores, você poderá disponibilizar mais mesas modulares e cadeiras ergonômicas rapidamente, sem atrapalhar o desempenho do time. Ou menos, caso precise aumentar o distanciamento social entre eles.

Mas o seu pessoal em home office também precisará de atenção especial. No novo normal, será importante que as empresas tenham papel ativo no home office dos seus funcionários. Subsidiar escritórios domésticos com o mobiliário como serviço fará com que todo o time tenha cadeiras ergonômicas adequadas. Isso é vai minimizar eventuais impactos negativos do home office na saúde dos seus colaboradores e você terá menos uma preocupação.

Fase 2: Garanta um ambiente seguro

A prioridade imediata de todos quando da retomada é trazer os colaboradores de volta ao trabalho da maneira mais estruturada e segura possível. Todo bom empregador incorporou em seu rol de preocupações o potencial de responsabilidade se as pessoas ficarem doentes no trabalho. Por sua vez, os colaboradores estão cansados do custo pessoal e econômico que a pandemia trouxe para as suas vidas, de acordo com pesquisa do Grupo Abril em parceria com o instituto de pesquisas digitais MindMiners. Por isso, o ambiente de trabalho precisa oferecer a segurança necessária para que as preocupações de todos sejam diminuídas, permitindo que colaboradores e empregadores desempenhem bem as suas funções.

O aluguel de móveis permite a fácil implementação de iniciativas que respondam a essas necessidades de segurança geral. O modelo pode tornar o distanciamento físico algo simples, criando intervalos entre mesas modulares sempre que necessário ou constituindo barreiras de proteção entre as pessoas. Quer um exemplo? Imagine o incômodo que um simples espirro no ambiente de trabalho poderá causar quando as pessoas estiverem dividindo um ambiente de trabalho.

Divisórias simples, como um painel adicional montado entre as mesas funcionarão como uma proteção nesses casos e é  só uma das medidas de baixo custo e alto impacto que o mobiliário como serviço permite.  Pequenas iniciativas como essa farão com que as pessoas se sintam mais confortáveis e tranquilas durante a retomada.

Fase 3: Planejando a curto prazo

À medida que a primeira onda de trabalhadores for se ajustando ao novo normal, as empresas podem começar a fazer ajustes nas ações tomadas até aqui para reconfigurar o local de trabalho, tornando-o ainda mais seguro.

Isso pode incluir o desenho de novos layouts que aumentem o distanciamento físico, como sugerido pelo governo da Coréia do Sul – e referendado pelo Fórum Econômico Mundial –, ou o reaproveitamento de salas vazias, que precisarão de mais mobiliário. A troca periódica de cadeiras e mesas também pode trazer uma maior sensação de limpeza e segurança para os colaboradores e, com o aluguel de móveis, isso pode ser feito sem qualquer custo adicional.

Fase 4: Olhando para longe

Como todos sabemos, há a possibilidade de, no novo normal, enfrentarmos novos períodos de isolamento forçado. Com isso, o conceito de escritório regional pode se tornar algo comum e precisa fazer parte dos seus planos, mesmo como cenário de contingência. Ter a opção de trabalhar não a partir de uma sede central, mas de um conjunto distribuído de escritórios menores pode ser crucial durante um lockdown localizado ou de restrições a deslocamentos longos. Essa é mais uma das alternativas que o mobiliário como serviço oferece sem o ônus da complexidade que você teria de enfrentar para implementar a solução por conta própria.

É importante ter em vista que estruturas secundárias de trabalho mais próximas de onde os funcionários moram podem significar a continuidade normal dos negócios em momentos atribulados. Lembrando que isso pode não ser algo incomum: se apenas um dos seus colaboradores testar positivo para o coronavírus, dezenas de membro da equipe (ou todo um prédio) podem precisar ficar em quarentena.

Conclusão

O novo normal será a era da adaptabilidade em vez da permanência, do movimento em vez da inércia. À medida que reinventarmos o local de trabalho, inúmeros modelos e soluções que ofereçam segurança para empresas e funcionários vão surgir. Muitos, senão praticamente todos, envolverão o mobiliário, parte fundamental da composição dos ambientes de trabalho.

Antes de qualquer coisa, tenha em mente algo que será importante nos meses que se seguirão: o que você tem à frente é uma oportunidade de tornar o seu escritório ainda melhor e a sua empresa mais preparada para lidar com o inesperado. Com o mobiliário como serviço, essa oportunidade poderá ser aproveitada de modo que você saia na frente do mercado durante a corrida da retomada. Fale conosco e garanta a segurança da sua empresa em relação ao mobiliário, para que você foque no futuro dos negócios nesta nova era. A era da flexibilidade.

Last modified: 4 de junho de 2020

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