Benefício Home Office: o fator decisivo para o futuro das empresas

Todas as Publicações

1 Estrela2 Estrela3 Estrela4 Estrela5 Estrela (21 Avaliações, Média: 2,33 de 5)
Loading...

Benefícios para home office têm de ser sustentáveis no longo prazo e isso só é possível ouvindo o principal envolvido: o colaborador

Em agosto do ano passado, a norte-americana REI, gigante dos serviços de recreação ao ar livre, anunciou a venda de sua sede corporativa em Bellevue, Washington. O curioso é que a divulgação foi feita antes mesmo da inauguração do local, que seria um enorme complexo para abrigar milhares de funcionários.

O que motivou essa mudança brutal? Ao ouvir seus colaboradores, no início da pandemia, a empresa teve a percepção de que o trabalho remoto em home office era uma solução viável para a grande maioria dos seus times e que favorecia a produtividade e o bem-estar das pessoas.

De lá pra cá, a REI e boa parte das empresas no mundo abraçaram o home office e devem permanecer com ele – em alguma medida – mesmo depois que a pandemia for controlada. Isso já vem acontecendo no primeiro semestre de 2021, em diversos países cuja vacinação alcançou boa parte da população. Tanto que empresas como Google, Facebook, Uber e Microsoft seguem fazendo investimentos em recursos, infraestrutura e comunicação para oferecer ambientes de trabalho remotos e ferramentas eficazes para seus funcionários, ainda que a jornada em casa venha a ser intercalada com o trabalho presencial, no trabalho híbrido.

Essa realidade – e o futuro que se avizinha – mostra que decretar o fim de qualquer um dos modelos de trabalho, presencial ou home office, já não faz muito sentido. O momento atual se apresenta como uma oportunidade para as empresas e os colaboradores repensarem o papel dos espaços de trabalho tanto no escritório, quanto em casa. Como aliar, por exemplo, os benefícios de home office às vantagens (e necessidades) do trabalho presencial, não importando o modelo de trabalho que esteja em vigência no momento? Nisso, o colaborador vai ter papel central.

A flexibilidade veio para ficar

Embora, no início da pandemia, algumas empresas como o unicórnio Nubank, a empresa de tecnologia de comunicação Zenvia e o Banco BMG tenham fornecido as cadeiras ergonômicas que usavam nos escritórios para seus times em home office, muitas ainda hoje não chegaram a fazer o movimento necessário para configurar uniformemente o escritório doméstico dos seus colaboradores. Com as perspectivas de continuidade do trabalho remoto e a necessidade de se criar um modelo de trabalho flexível, essa necessidade vem se tornando cada vez mais presente.

Mas onde essa flexibilidade pode se mostrar tão necessária para as empresas em relação ao home office? A resposta pode estar com os próprios colaboradores. Pesquisa feita pela Korn Ferry, uma das maiores consultorias de recrutamento executivo do mundo, mostrou que 70% dos profissionais norte-americanos ouvidos entendem que trabalhar remotamente é o novo normal daqui para a frente. Além disso, 74% dizem que têm mais energia e foco trabalhando em casa do que no escritório. E um dado importante para o futuro das empresas: quase metade dos entrevistados (49%) disseram que recusariam uma oferta de emprego se fossem obrigados a trabalhar no escritório em tempo integral.

Políticas rígidas nos modelos de trabalho, portanto, podem ser decisivas para a qualidade da imagem das empresas e o alcance do seu poder de atração de talentos, impactando seus esforços de recrutamento e de retenção. Ouvir os times e praticar o home office como um benefício para eles passa a ser uma oportunidade que carrega vantagens não só para a empresas, mas para os próprios colaboradores.

Home Office como Benefício: integração e gestão facilitadas

O último ano foi extremamente desafiador para o departamento de RH das empresas. Para além de suas tarefas antes da pandemia, a gestão dos colaboradores em home office, fazendo com que se mantivessem engajados, motivados e produtivos, foi uma das demandas mais desafiadoras que esse time teve de absorver. Com um complicador inusitado: o que fazer em relação aos móveis para o trabalho em casa? Como fazer sua gestão em termos de uniformização, logística e manutenção, para prevenir problemas ergonômicos e garantir as melhores condições de trabalho para as equipes?

Ao antever essas necessidades dos nossos clientes e do mercado, criamos o Work.In – Mobiliário como benefício para home office, que facilita não só a gestão do trabalho remoto das empresas, mas também garante maior integração entre o RH e os times em home office. E o nosso benefício Work.In foi desenhado para ser vantajoso para a empresa e para o colaborador: com o aluguel de móveis para home office, a empresa ganha em gestão do home office e manutenção (em muitos casos, até aumento) da produtividade dos times e o colaborador ganha em economia com material de trabalho ao não ter de investir na compra de equipamentos ergonômicos de escritório. Além disso, ambos – empresa e colaboradores – ficam prevenidos contra problemas de saúde relacionados à falta de ergonomia, evitando afastamentos por lesões repetitivas causados pela utilização de móveis para home office inadequados.

Colaboração no home office e entre funcionário e empresa

O home office levantou uma enorme gama de problemas e desafios para funcionários e empregadores. O principal deles foi como estimular a colaboração remota entre os times. É o que aponta pesquisa realizada pela IDC Brasil a pedido do Google, ao mostrar que os times traduziram o conceito de colaboração na forma de ações práticas que funcionassem a distância, tais como o emprego de arquivos compartilhados para trabalhar em conjunto, a construção de sites para compartilhamento de conteúdo entre a organização e suas pessoas. E algo que se revelou fundamental: estarem presentes nas vidas uns dos outros por meio de redes sociais internas, não só para colaborar em projetos e fóruns, mas para cuidarem uns dos outros.

Esse último ponto revela um desafio importante, que foi negligenciado por muitas empresas durante a pandemia e que, ultimamente, vem cobrando seu preço: a maior parte das organizações pouco fez em termos de cuidados com os colaboradores para viabilizar o trabalho em casa. Relatório da empresa de tecnologia NTT Ltd, com o título “Local de trabalho inteligente – Moldando experiências de empregados para um mundo transformado” revela que, em muitos casos, os times tiveram de usar seus próprios equipamentos (inclusive improvisando os móveis) para continuar suas rotinas de trabalho em home office.

O lado positivo é que as organizações perceberam que essa lacuna precisa ser preenchida. Nessa mesma pesquisa, 86,6% das empresas dizem acreditar que os funcionários terão de ser o coração do desenho dos locais de trabalho do futuro. No Brasil, esse percentual chega a 92%. A colaboração entre empregador e funcionário para definir os rumos da empresa em relação aos modelos de trabalho é não só um desejo, mas uma necessidade para um desenho que se sustente a longo prazo. E para construir um círculo de trocas virtuoso, o colaborador vai precisar estar no centro das discussões.

Empresas que ofereceram benefícios de home office como o Work.In e outros, como adaptações do vale-refeição e vale-alimentação para o cenário de trabalho remoto, por exemplo, saem na frente desse processo, porque engajam o colaborador, que sente estar trabalhando em um lugar que se preocupa não só com o resultado final do trabalho, mas com os responsáveis por construí-lo.

Conclusão

Por tudo isso, várias empresas estão repensando a cultura colaborativa em 2021 e avaliando novas opções para apoiar de fato o home office dos times, uma vez que ele pode fazer parte da vida de todos mesmo após a pandemia. A qualidade desses projetos passa, invariavelmente, por quão flexíveis eles conseguem ser para as companhias, especialmente em relação ao mobiliário de trabalho.

É por isso que comprar móveis ou mesmo a ação paliativa de ceder cadeiras da empresa para os colaboradores não fazem sentido hoje em dia, porque são planos táticos engessados que não se ajustam às futuras mudanças nos modelos de trabalho. Não são realmente estratégias dentro de um plano empresarial robusto. Adotando o mobiliário como serviço, as empresas – e os colaboradores – podem responder às necessidades de momento rapidamente, migrando de um modelo de trabalho para o outro de maneira fluida e ainda poupando tempo e investimento em gestão e manutenção do mobiliário.

Sua empresa precisa de um plano de longo prazo para o home office, e até mesmo para o trabalho híbrido? Clique aqui para entrar contato conosco pelos canais tradicionais ou fale com nossos especialistas no WhatsApp e vamos desenhar o presente e o futuro da sua empresa juntos.

Last modified: 9 de junho de 2021

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

um × um =