Chega de improvisos: seu time precisa evoluir para o home office de verdade

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No final de 2019, uma pesquisa realizada pela Talenses Group, holding de recrutamento e seleção, mostrou que 49% dos entrevistados nunca haviam trabalhado em empresas com políticas de home office. Dos que já tinham experimentado essa opção, a maioria trabalhava em casa apenas uma vez por semana. Ainda segundo a pesquisa, boa parte das empresas considerava aumentar a frequência do home office e 61% das que não o adotavam faziam isso por serem muito tradicionais e pouco atentas a essa tendência.

Como sabemos, não demorou para que esse cenário sofresse uma enorme reviravolta, quando o mundo se viu diante da pandemia causada pela covid-19. Preparadas ou não, convencidas ou não de sua eficácia, as empresas foram obrigadas a adotar o home office para, em média, 70,3% dos trabalhadores. Também, criar políticas para tornar o período produtivo, eficiente e lucrativo o bastante para dar segmento aos negócios.

O resultado prático desse teste “valendo” foi que quase a totalidade das companhias entendeu que sim, permitir que funcionários trabalhassem em casa era viável. Tanto que, atualmente, nesse período que estamos chamando de retomada, o home office já virou um fato e o “espaço de trabalho” agora se divide entre casa e escritório.

Mas será que as empresas perceberam que o mesmo cuidado com que sempre trataram seus ambientes corporativos, para trazer conforto e estimular a criatividade, deve ser replicado às casas das pessoas? Sim e não. Sim, porque algumas já começaram a adotar o auxílio home office, que geralmente custeia despesas como internet e um percentual do consumo de energia elétrica, ou oferece cursos e experiências on-line, como meditação.

E não, porque muita gente segue usando a mesa da sala de jantar para trabalhar, ou improvisa suas atividades na cama. Você conhece alguém que ainda faz isso? Pois é. Não é preciso ser especialista em ergonomia para dizer que isso, em médio prazo, não tem a menor chance de ser saudável.

Segundo um estudo realizado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), garantir a ergonomia para os trabalhadores é mesmo um dos maiores desafios na prática do home office. Nos países europeus, pesquisas realizadas pela agência alemã IFA atestam essa afirmação. De acordo com as publicações, um dos principais fatores negligenciados é a ergonomia, causando doenças como LER e DORT.

O que a sua empresa pode fazer para que seus trabalhadores não adoeçam?

Primeiro, é preciso enxergar que a responsabilidade de oferecer um espaço de trabalho saudável – independentemente do local – deve ser compartilhada por trabalhadores e empregadores. Afinal, mesmo que ainda não exista legislação vigente a respeito do fornecimento de mobiliário adequado, evitar que colaboradores adoeçam é prova incontestável de uma preocupação legítima com as pessoas e também com o negócio.

Vai além. Se, antes, oferecer home office era um fator de atração para as pessoas, dar as condições de trabalho ideais para esse ambiente é o que começa a saltar aos olhos dos talentos. Já para seus colaboradores, enxergar que a empresa se antecipou e adotou voluntariamente essas medidas de bem-estar vai gerar uma enorme sensação de orgulho e aumento da motivação para o trabalho.

E o que seria esse local de trabalho ideal?

Segundo a Mayo Clinic, organização de saúde não governamental dos EUA, o mobiliário básico para a realização segura de home office consiste em:

1. Cadeira

Ela deve dar suporte às curvas espinhais e ter ajuste de altura para que os braços fiquem em um ângulo de 90º frente ao computador, porém os pés também precisam estar apoiados no chão (mesmo que com apoio). Os apoios de braço devem ser ajustáveis para que eles possam repousar.

2. Apoio para os pés

Fundamental para casos em que a mesa é alta e exija que a altura da cadeira seja ajustada, impedindo que os pés fiquem apoiados no chão.

3. Mesa

A altura deve permitir que os joelhos, coxas e pés fiquem embaixo dela. Nem muito alta, que obrigue o usuário a ajustar o tamanho da cadeira, nem muito baixa, de modo que as pernas fiquem comprimidas. O ideal é adotar o tamanho padrão: 75 cm de altura.

Além do aspecto físico, é fundamental promover uma cultura de ergonomia entre os colaboradores, para que o mobiliário seja usado adequadamente. Tratamos do assunto neste artigo.

Outra questão que precisa ser considerada é aquilo que vai além do funcional. Tem a ver com a ambiência agradável que favorece muito a atuação das pessoas. Novamente, basta lembrar com que cuidado as empresas escolhem organizadores, luminárias, abajures e objetos de decorações no ambiente de trabalho. No home office isso também deve ser considerado.

Segundo uma reportagem publicada pelo site de recrutamento Trampos, uma iluminação inadequada pode causar estresse, tensão nos olhos e fadiga. Já as plantas são ótimas para reduzir essa sensação de cansaço. Tanto que, de acordo com psicólogos da Exeter University, olhar para elas pode oferecer um impulso de produtividade extra – algo em torno de 15%. Já os organizadores também são importantes para trazer a sensação de equilíbrio que ajuda no controle emocional, tão importante em tempos de isolamento.

Como se vê, investir em mobiliário promove uma equação em que todos ganham: seu colaborador fica mais feliz, saudável e engajado; e sua empresa mantém seus times motivados, energizados, satisfeitos e prontos para desbravar os desafios desse novo normal. Isso é importante para você?

Nós podemos te ajudar a transformar essa estratégia em realidade

Muito antes da pandemia, já contávamos com um portfólio totalmente ergonômico para o home office dos seus colaboradores. Nossa expertise nessa área foi conquistada por mais de vinte anos acompanhando e nos transformando a partir das necessidades de cada cliente. Da cadeira perfeita às mesas adequadas, passando por luminárias, estamos prontos para ajudar a criar o ambiente profissional mais adequado. Seja no escritório ou em casa.

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Last modified: 16 de julho de 2020

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