Como a sua empresa pode se preparar para a retomada? (parte 2)

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Continuando nosso conteúdo sobre a retomada dos negócios depois da quarentena, neste artigo abordaremos dois temas: um já familiar a todos nós e outro sobre um nicho de mercado que sofreu um impacto muito grande com essa crise.

Ambos são temas extensos, que não pretendemos esgotar aqui. Esperamos apenas, com eles, facilitar a sua tomada de decisão para se preparar para a retomada, sempre com foco no mobiliário da sua empresa.

Como o artigo anterior, este também foi elaborado com base em estudos, pesquisas e reportagens nacionais e internacionais, com links para as fontes e referências. Ainda publicaremos uma outra série de conteúdos sobre o novo normal e a retomada nas próximas semanas, mas nossos canais estão abertos para sugestões de pauta e troca de idéias. Fique à vontade para participar!

Boa leitura!

3. A era do Home office (de verdade)

Muitas empresas já estão vivendo o modelo de home office há alguns meses e praticamente todas tiveram de adotá-lo sem tempo de planejamento. Apesar disso, a iniciativa tem se mostrado positiva na maioria dos casos. Uma pesquisa da FGV aponta que haverá um crescimento de 30% do modelo mesmo após o período de estabilização dos casos e retomada das atividades. Este número pode ser ainda maior, uma vez que ainda na primeira quinzena de maio, os gigantes Google e Facebook anunciaram que o modelo de home office será estendido até 2021 para, no mínimo 85% dos colaboradores. E, no Brasil, não é diferente: a XP Investimentos adotará o trabalho remoto para todos os funcionários globalmente até dezembro e ainda estuda a possibilidade de manter o modelo de maneira permanente.

No novo normal, será crucial que as empresas se preocupem com a qualidade do mobiliário utilizado por seus colaboradores para o trabalho em casa. Perder funcionários durante a retomada por afastamentos causados pela utilização de móveis inadequados é um cenário simples de ser evitado. Se você adotar o mobiliário como serviço, poderá disponibilizar mobiliário ergométrico para todo o time, garantindo uniformidade e minimizando ou eliminando o risco de problemas de saúde dos seus colaboradores.

Além disso, o mobiliário como serviço permite uma agilidade incomparável para resolver situações emergenciais: as empresas precisam estar preparadas para lidar com novas interrupções das atividades presenciais em caso de novas quarentenas. Responder rapidamente a esta demanda é fundamental, como vimos no começo da crise. Mas vamos falar sobre isso com detalhes, a seguir.

4. O desafio do coworking e a adoção de espaços de contingência

O boom das empresas colaborativas conhecidas como coworking, em que pessoas ou startups compartilhavam salas, lajes ou edifícios inteiros – e, em alguns casos, até mesmo pessoal, como secretárias – foi refreado bruscamente por causa da pandemia. Esses espaços coletivos, antes amplos e ocupando prédios inteiros podem ter de fazer um movimento de fragmentação e regionalização para continuar apoiando empresas, empreendedores, startups e profissionais que precisam da estrutura que não têm no seu home office.

Para algumas empresas brasileiras, contar com o apoio de espaços de coworking é muito importante, porque representam uma estrutura terceira que permite que seus colaboradores trabalhem remotamente fora de casa com qualidade e eficiência. Regionalizando as operações, com a consequente adaptação de mobiliário para ambientes com novas dimensões, esses espaços continuarão a eliminar gargalos no trabalho remoto.

Quer um exemplo? A criação de locais de trabalho popup – estruturas provisórias que acomodem toda uma equipe fora da sede da empresa – é uma alternativa utilizada normalmente em casos de eventualidades, como uma solução de contingência, mas pode passar a fazer parte das políticas regulares de trabalho remoto das empresas brasileiras com o auxílio dos espaços de coworking.

Imagine, por exemplo, que a sua empresa precise criar uma estrutura fora da sede rapidamente, indo atrás de mobiliário (ou de transporte para levar os móveis que já dispõe para este novo local), para não interromper as atividades. Parece exagero? Isso pode não ser algo tão incomum. Se houver um lockdown localizado no bairro em que a sua empresa estiver instalada, ou se alguns funcionários testarem positivo para covid-19, você terá novamente de lidar sozinho com todas as questões práticas de esvaziamento da sede que isso trará. E espaços de coworking regionalizados podem suprir essa necessidade imediatamente, sem interferir no desempenho das tarefas dos colaboradores.

Além disso, com o mobiliário como serviço, essas e outras situações inesperadas podem ser resolvidas rapidamente caso a sua empresa não utilize o coworking e queria operar a partir de uma estrutura temporária própria. E o melhor: sem que você tenha de lidar com toda a logística envolvida e com a pressão do prazo para retomar as atividades dificultando as coisas.

Conclusão

Todos sabemos que a vida no escritório, de alguma forma, vai continuar. Como será este novo normal é a grande questão. Especialmente, porque pode depender de características regionais, inclusive de perfil social.

Mas, como dissemos anteriormente, uma coisa não pode fugir do horizonte: essa não é a primeira crise global e certamente não será a última. É provável que tenhamos novas quarentenas antes da descoberta de uma vacina. Estar pronto para responder rapidamente às necessidades que a conjuntura de momento exigirá será fundamental. E você pode contar com a gente para isso quando o assunto for mobiliário, tema que será definidor de uma série de políticas das empresas a partir de agora.

Por isso, não perca tempo: entre em contato conosco e vamos, juntos, trabalhar para que a sua retomada seja o mais eficaz e segura possível. Caso tenha alguma dúvida ou já precise de ajuda para elaborar seu plano de retomada, entre em contato com a gente pelo telefone 0800 771 5352 ou clique aqui para mandar uma mensagem. Será um prazer atendê-lo.

Last modified: 15 de maio de 2020

2 Responses to :
Como a sua empresa pode se preparar para a retomada? (parte 2)

  1. Muito bom e esclarecedor artigo. Aguardo os próximos. Obrigado e bom fim de semana.

    1. John Richard disse:

      Que ótimo, Antonio. Seu feedback é importante para nós. Até o próximo conteúdo.

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