Cultura do aluguel.

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A ampliação da mentalidade de uso é perceptível. Quem vive nos grandes centros, já está se acostumando com bicicletas e patinetes alugados sob demanda nas ciclovias e ruas da cidade. Também é possível ver carros alugados via aplicativos estrategicamente parados em estacionamentos 24h. Aliás, sobre carros, o fenômeno das soluções de mobilidade no transporte vão além das metrópoles. Municípios de pequeno e médio porte também estão sendo impactados por mudanças comportamentais. No centro de tudo isso, a cultura do aluguel ascende na velocidade das soluções exponenciais.

Cultura do aluguel: uso ao invés de posse.

A cada dia, um novo produto é transformado em serviço, mudando o relacionamento das pessoas com bens de consumo. Por que comprar uma ferramenta que será usada por poucas horas durante uma reforma? Ou ainda, por que comprar brinquedos se as crianças poderão dispensá-los em poucos meses? As responsabilidades da posse são empecilhos em rotinas cada vez mais atribuladas.

Comprar a ferramenta ou o brinquedo exigirá investimento inicial, local adequado para guardá-los em desuso, ônus com depreciação e estresse na tentativa de revendê-los. Por mais que existem sites que facilitem a revenda de usados, a pessoa ainda teria o desgaste de anunciar e negociar com potenciais compradores. Dependendo do item, seria preciso receber estranhos na residência e contratar frete. Além de tudo isso, há o fato de que o retorno seria bastante inferior ao valor da compra. Por estes motivos e pela conveniência de usar algo enquanto necessário, a posse está sendo substituída pelo aluguel em vários mercados.

Outro ponto importante é a experiência. A contratação de um serviço conta com a vantagem de atendimento especializado e dedicado. A empresa acompanha a pessoa, entregando o que ele quer ou precisa usar. Tudo isso de acordo com o período real da necessidade. Por exemplo, se a ferramenta comprada tem um efeito, é preciso iniciar um ciclo de troca. Ou seja, a reforma pode ser interrompida pelos dias ou até meses nos quais o trâmite é feito. Enquanto no aluguel, a contratação é centrada no uso. Além da ferramenta ser entregue depois de ter sido avaliado o seu funcionamento, qualquer adversidade é resolvida com ágil substituição. 

Cultura do aluguel de móveis.

Há mais de 20 anos oferecendo soluções de mobiliário flexível para escritórios e residências, a John Richard nasceu na cultura do aluguel. Dependendo do ponto de vista, pode-se dizer inclusive que a empresa fomentou o avanço dessa cultura no Brasil.  Assim como adquirir uma ferramenta para usá-la temporariamente não é estratégico, comprar móveis em cenários corporativos tão mutantes vai na contramão dos ambientes imersos em inovação e transformação digital, enrijecendo o workplace. No caso das residências, a lógica se repete nas moradias temporárias.

Mais do que eficaz para usos pontuais, o aluguel está avançando com valores de cultura. Logo, estende-se também como solução para necessidades prolongadas. Nestes casos, além da flexibilidade do uso, a especialização do serviço desponta como vantagem ímpar para ser possível focar no realmente importa. Se for a empresa, o core business. Se for a pessoa em mobilidade, a adaptação no novo lar.

Last modified: 29 de agosto de 2019

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