Escritório flexível: humanização do workspace.

Todas as Publicações

1 Estrela2 Estrela3 Estrela4 Estrela5 Estrela (Sem Avaliações)
Loading...

A flexibilização do escritório é mais ampla do que a contratação de mesas e cadeiras sob demanda. Obviamente, o peso estratégico do mobiliário como um serviço é importantíssimo na tomada de decisão gerencial. Mas além disso, a busca por soluções mais versáteis, adaptáveis e alinhadas às tendências também é reflexo da humanização do espaço de trabalho. A arquitetura do workspace é pensada para atender ao negócio e também aos usuários. Por isso, é cada vez mais comum que as necessidades dos espaços corporativos envolvam questões como engajamento, troca de experiências e cocriação.

O escritório já foi um ambiente projetado para reforçar hierarquia, segundo Terezinha Santos. “A divisão da empresa já foi visível na organização do escritório. No início e meados do século XX, os profissionais de gerência e diretoria ficavam no mezanino para que pudessem visualizar os colaboradores trabalhando”, conta a arquiteta. Os tempos mudaram e hoje as metodologias de trabalho coletivo são bastante usuais em vários mercados. Com isso, o open space, as mesas compartilhadas e as várias áreas comuns tornaram-se um modelo com muitos aderentes.

Obviamente, ainda há segmentos que possuem escritórios com outros layouts e lógicas de organização e esse não é o foco da análise. Na verdade, o ponto de atenção aqui é a relação entre as necessidades das pessoas que habitam o escritório e a flexibilização do espaço. O primeiro destaque é concepção de ambientes voltados à criatividade, à performance e à interação. Há ainda a questão de adaptação constante, visto que as mudanças são constantes e exigem respostas tão ágeis quanto o ritmo da transformação.

Mobiliário voltado à humanização.

As mudanças comportamentais precisam ser atendidas e facilitadas pelo mobiliário corporativo. “Ter atenção sobre como as pessoas usam o espaço é a base para a construção de adequação”, enfatiza Terezinha. Por exemplo, as reuniões podem envolver uma dupla ou uma dezena de pessoas. Frente a isso, mesas modulares e cadeiras com rodízios dão fluidez para que o ambiente acompanhe o uso com versatilidade.

Ainda sobre as mesas modulares – como é o caso da mesa hexagonal alugada pela John Richard – a humanização vai além com a criação de ambientes baseados em formas orgânicas, que promovem bem-estar. Aliás, se bem-estar no workplace é um assunto do seu interesse, recomendamos a leitura do texto sobre design biofílico, que também traz os conhecimentos da Terezinha Santos, arquiteta e fundadora da Universo Facilities.

Outro viés da humanização do workspace é aprender com as pessoas como elas ressignificar o ambiente e, a partir daí, otimizar a estrutura. O gaveteiro com assento, lançamento da John Richard para 2019, é um ótimo exemplo deste movimento. Em reuniões rápidas e conversas na mesa de trabalho, o que as pessoas fazem? Sentam no gaveteiro! Logo, evoluir a peça para um móvel multifuncional é humanizá-la e, consequentemente, humanização do workspace.

Last modified: 7 de maio de 2019

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

1 × 4 =