John Richard na Abrafac: Facilities Management e Employee Experience.

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O valor da experiência é cada vez mais presente no universo corporativo. Do workplace ao atendimento aos clientes, a construção de relações próximas evoluiu de tendência para demanda prioritária. Prova disso é o crescimento de conceitos como UX (User Experience), CX (Customer Experience) e EX (Employee Experience). Em meio a tudo isso, como o segmento de Facility Management pode contribuir com a experiência do colaborador? Foi sobre isso que a Diretora Geral da John Richard, Pamela Paz, escreveu para a Abrafac, como você lê a seguir.

Afinal, qual a conexão entre Facilities Management e Employee Experience?

O encontro entre Facilities Management e Employee Experience acontece no workplace. De forma direta, a atuação dos FMs no ambiente de trabalho contribui com o avanço do escritório. Mais do que oferecer uma estrutura adequada e segura, os profissionais podem favorecer aumento de produtividade, qualidade de vida, bem-estar e satisfação dos colaboradores. Em linhas gerais, a evolução estratégica dos FMs engloba uma postura ativa na otimização do workplace e atenção às pessoas.

Como o artigo explica “Employee Experience aborda todos os pontos de contato do colaborador com a empresa: pessoas, políticas, processos, atividades, ferramentas, estrutura e outros”. Paralelo a isso, há o conceito de Workplace Experience, que foca profundamente no ambiente de trabalho voltado a bem-estar e desempenho. 

Employee Experience e workplace voltado à experiência.

Como analisou Pamela Paz, “desde o taylorismo (final do século XVI e início do século XX), a organização dos ambientes, os móveis e os suportes oferecidos no ambiente de trabalho são intencionais e estratégicos”. Lá, a premissa era maximizar a produção. Hoje, criatividade, colaboração e inovação são alguns dos destaques.

Claramente, a experiência do workplace se tornou algo mais amplo do que a estrutura. Aqui, expandir o Facility Management com suporte especializado e tecnologia promove uma virada de chave. Itens como monitoramento e análise do uso real dos espaços, conforto térmico e acústico e contato com a natureza podem potencializar a vivência. O mesmo raciocínio vale para cuidados com o clima organizacional, incentivo à troca e estímulos variados.

Outro ponto importante é o fato que a inspiração na Era da Experiência exige melhorias contínuas. Até porque, otimização depende de mudanças e adaptações ágeis. Para isso, como frisou Pamela Paz, “serviços e soluções flexíveis são o caminho ideal” para acompanhar a velocidade das transformações e criação de experiências.

Confira o artigo na íntegra no site da Associação Brasileira de Facilities

 

Last modified: 29 de agosto de 2019

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