John Richard na Revista INFRA: workplace apoiado na economia colaborativa.

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A mudança cultural e gerencial dos workplaces é um movimento visível e pulsante. Em artigo para a Revista INFRA, Pamela Paz, Diretora Geral na John Richard, escreveu: “um workplace favorável à cocriação, colaboração e produtividade envolve fatores tangíveis – posições de trabalho, salas de reunião e espaços de conveniências – e intangíveis – clima organizacional, programas de incentivo e de reconhecimento”. Mas como emergir nessa transformação?

Economia colaborativa e flexibilidade.

Diariamente, você utiliza a economia colaborativa e talvez nem se dê conta disso. Ela está presente nas assinaturas on demand, nos sites que alugam quartos para hospedagem ou até mesmo em redes de doações globais. Esse novo modelo de negócio propõe uma maneira alternativa de oferta e obtenção de serviços via compartilhamento.

Basta pensar em situações cotidianas para perceber a abrangência da sharing economy. Você precisa limpar uma área externa com sujeiras incrustadas. Para a retirada é necessário um lava jato de potência. Ele será usado apenas vez ou outra, tem elevado custo de aquisição e não valerá o investimento. Se você locar esse equipamento para fazer exatamente o que precisa e devolvê-lo, o custo será muito menor e a tarefa será realizada prontamente.

Economia colaborativa a serviço das empresas. 

Independente do tamanho do escritório, mudar com rapidez e acompanhar às necessidades do negócio e das pessoas são soluções muito bem-vindas. Com a flexibilidade cada vez mais necessária no workplace, aderir à economia colaborativa é uma tomada de decisão com ganhos estratégicos. Por exemplo, ao contratar móveis por assinatura, a empresa dinamiza a gestão dos ambientes e garante uma experiência satisfatória aos colaboradores.

Somam-se a isso, redução de custos, eficiência, foco em performance e sustentabilidade. Afinal, compartilhar é uma forma de reduzir desperdícios e garantir que mais pessoas possam aproveitar um mesmo bem ou serviço.

Tempo, espaço e mudanças.

Falar sobre transformação do workplace sem considerar as novas gerações é impossível. Parcela significativa da nova força de trabalho, os Millennials buscam equilíbrio entre vida social e vida profissional. Inclusive, é comum que pesquisas reforcem a busca por flexibilidade como uma característica marcante das Geração Y e também da Z.

Diante desse quadro, aplicar a economia colaborativa nos workplaces é uma forma de atender demandas atuais. Ambientes adaptáveis, salas amplas com mesas compartilhadas e layouts humanizados são economia colaborativa na prática. Da mesma forma, contratar sob demanda, contratar como serviço e aderir à economia circular.

Quer saber mais? Confira a íntegra do artigo de Pamela Paz na Revista INFRA.

Last modified: 20 de novembro de 2020

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