John Richard no CASE 2019 – Segundo Dia

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Na sexta-feira, 29 de novembro, aconteceu o segundo e último dia do CASE 2019, o maior evento de startups e inovação da América Latina. Em parceria com a Tuim, a Lime, a Daryus e demais parceiros, a John Richard deu continuidade aos painéis apresentados no primeiro dia, agora tendo como temáticas centrais inovação, experiência do usuário e economia compartilhada. Aqui, nós trouxemos os principais pontos discutidos durante as oito palestras.

 

Novos caminhos para inovação

No último dia do evento CASE, Jeferson D’Addario, CEO da Daryus, e Fabio Varricchio, CEO da SENSR.IT, compartilharam suas visões de mercado – no painel “Wake Up: Inovação e Segurança da Informação” e na palestra “O que as startups têm a nos ensinar?”, respectivamente. Eles falaram sobre a importância de proteger dados e a necessidade de adaptar os modelos de negócio às necessidades do público. Para ambos, esse é o verdadeiro sentido da palavra inovação. Segundo Fabio, a nova geração é muito mais produtiva trabalhando de forma remota ou em espaços abertos, já que o principal motor deles é a ideia de liberdade, de ser alguém, e não de possuir algo.

Em seguida, Efigenia Neves, CEO da Alpha Startups, apresentou o tema “A Era Smart”. Ela ressaltou a necessidade de criar uma cultura empresarial muito mais voltada para pessoas do que para produtos e serviços. A executiva comentou ainda que o grande desafio das empresas, hoje, é criar produtos que ofereçam experiências diferenciadas e que sejam adequados aos hábitos dos clientes.

Fechando o período da manhã, Vinny Machado, cofundador da Startadora e da DiliMatch, apresentou o tema “Corporação futurizada: a que pensa e age como uma startup”. Em sua palestra, ele reforçou que é necessário adaptar a ideia de inovação ao contexto de cada empresa, sempre escutando os clientes. Vinny enumerou algumas jornadas para que as grandes empresas possam aprender com as startups, permitindo que seus colaboradores tenham espaço para o desenvolvimento de ideias.

À tarde, o painel de “Espaços de trabalho compartilhados” trouxe um bate-papo entre Otávio Cavalcanti, vice-presidente da Regus, e Priscila Santos, da Beer Or Coffee, com uma visão positiva sobre espaços de coworking. Os dois afirmaram que esse tipo de ambiente permite a troca de experiências e ideias a partir da interação entre a cultura de diversas empresas. Segundo Priscila, as novas gerações vivem tudo ao mesmo tempo: vida pessoal e profissional se misturam. Assim, nestes novos ambientes é possível conciliar ambos, envolvendo vários tipos de públicos e gerações.

 

Quando ter perde a força

A nossa head de Mobility, Paôla Carmen, também participou do segundo dia de evento. Com o tema “Quando ter perde a força”, ela comentou que, cada vez mais, nós precisamos de agilidade para viver. E as novas gerações buscam ao máximo simplificar tudo o que fazem, sem se apegar demais ao que possuem ou deixam de possuir.

Um dos exemplos apresentados por ela foi o fato de ser cada vez mais raro os jovens sonharem com a compra de um carro. A ideia de pagar por um automóvel e deixá-lo na garagem, exigindo manutenção frequente, não é atrativa, uma vez que eles podem alugar esse mesmo carro, usá-lo e devolvê-lo quando não precisarem mais.

Paôla explicou que essa oposição fica ainda mais clara se pensarmos no contexto do telefone. Antes, nós tínhamos um aparelho fixo em casa. Agora, queremos mobilidade: o importante não é possuir, mas sim ter acesso ao celular e a internet em qualquer lugar ou situação. Com isso, vivemos a matemática de simplificar ao máximo cada detalhe das nossas vidas. Sempre com o objetivo de viver mais intensamente cada experiência. “O ter está perdendo força porque a gente precisa de agilidade para viver e experimentar cada momento. A gente não quer gastar o nosso tempo cuidando de um espaço”, justifica Paôla.

E isso reflete no nosso ambiente de trabalho. Durante a palestra, ela mostrou que 30% do tempo dos CEOs é dedicado a cuidar de infraestrutura e bens materiais, concluindo com a ideia de que precisamos investir mais e melhor no nosso tempo.

 

Cultura colaborativa e novas formas de morar

Outra participação importante nos dois dias de bate-papo foi a de Murilo Filomeno, da Tuim. Ao lado do Juliano Antunes, CEO da ULiving, ele apresentou o painel “Novas formas de morar.” Seguindo a temática apresentada por Paôla, de que as novas gerações não querem possuir as coisas, mas, sim, utilizá-las quando necessário, os dois falaram sobre a importância da mobilidade para esse mesmo público.

A ideia mais importante levantada foi a necessidade de se adotar espaços flexíveis, com móveis que se adequem à necessidade de cada momento. Além disso, essa geração gosta da ideia de liberdade, de decidir quando cada coisa é melhor para eles e as empresas e marcas precisam compreender isso.

Para encerrar o evento, a arquiteta Lilian Lubochinsk falou sobre “Cultura colaborativa e de compartilhamento em Cohousing”. A profissional explicou como funciona esse modelo de moradia individual que também possui espaços compartilhados. Além de ser uma ótima forma de interagir e aprender com os outros, eles vêm ganhando espaço no Brasil e estão se mostrando um ótimo nicho para empreender e inovar. Além de refletirem os valores de sustentabilidade e comunidade que a sociedade atual busca. Para ela, “a cultura colaborativa é fundamental e desenvolvê-la é o maior desafio que temos pela frente”.

Assim, terminamos a nossa participação no CASE 2019 com uma reflexão profunda sobre maneiras de inserir mobilidade, liberdade, mobiliário flexível e valores sustentáveis em projetos inovadores.

Quer saber mais sobre mobiliário flexível e acompanhar as novidades neste mercado? Siga o nosso blog e acompanhe as publicações. Caso tenha alguma dúvida, não deixe de entrar em contato. Será um prazer ajudá-lo a construir o projeto dos seus sonhos.

Last modified: 10 de janeiro de 2020

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