Modelo flexível de trabalho: o futuro do mundo corporativo

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O impacto imediato da pandemia na maneira como vivemos o trabalho foi inegável e a adaptação necessária – que ainda vem sendo construída – abriu espaço para as empresas reorganizarem seus espaços e repensarem suas políticas de trabalho depois da experiência do home office. Essa reflexão trouxe uma quebra de paradigma sobre a presença full time no escritório. Agora, a adoção de um modelo flexível de trabalho vem se mostrando um caminho sem volta que muitos acreditam ser o melhor.

Por isso, ainda que expressões como home office, trabalho híbrido e retorno ao presencial tenham passado a fazer parte das discussões do dia a dia corporativo, quando o assunto é o futuro do trabalho, a palavra-chave vem se apresentando de forma cada vez mais óbvia: flexibilidade.

Não é novidade que nos últimos quase dois anos os colaboradores têm experimentado mais autonomia na vida profissional. Isso se traduziu na flexibilização da forma com que organizaram a rotina, na criação de novos formatos de entregas e até mesmo em certa descentralização de processos e de tomadas de decisão nas equipes. Novas habilidades foram desenvolvidas ou percebidas pelas lideranças que, inevitavelmente, passaram a estar mais próximas dos times, assumindo um papel muito mais facilitador do que controlador.

Por que flexibilidade é o futuro?

De imediato, o jeito de trabalhar no home office acabou sendo uma projeção do que era o escritório. Muitas práticas foram replicadas em um ambiente e contexto completamente diferentes, tornando claro que essa não era uma solução de longo prazo para todos.

Um exemplo disso apareceu em pesquisa realizada pela empresa de consultoria e pesquisa Gartner, que mostrou que o aumento no número de reuniões durante a pandemia cobrou seu preço: os funcionários que passaram mais tempo em reuniões tiveram 1,24 vez mais probabilidade de se sentirem emocionalmente esgotados. Além disso, o estudo revelou que altos níveis de fadiga podem reduzir o desempenho dos times em até 33%.

Além disso, grande parte das pessoas passaram a sentir a necessidade de retornar ao espaço físico de trabalho por alguns dias na semana como forma de se reconectarem com a equipe, trocar informações, participar de reuniões presenciais e até mesmo tomar um cafezinho com os colegas. Nesse contexto, o modelo híbrido vem se revelando uma solução promissora, unindo o melhor dos dois mundos (falamos mais sobre trabalho híbrido neste artigo).

Com isso, a área de Recursos Humanos hoje tem uma série de questões a serem levadas em consideração nas empresas. Começando pelo planejamento e pelos critérios para distribuir a força de trabalho, e terminando no cuidado com a saúde, segurança e, principalmente, com as necessidades das pessoas. Ou seja, as empresas devem parar de duplicar práticas centradas no escritório e adotar uma gestão centrada no ser humano em um modelo flexível de trabalho.

A cultura centrada nas pessoas

Pensando por esse lado, a pergunta a ser feita não é “quando a empresa volta ao presencial”, mas “como manter o bem-estar das pessoas e estimular a produtividade nos diferentes modelos de trabalho?”. Ou ainda: “Quais funções realmente exigem a interação presencial e quais podem ser flexibilizadas?”. No estudo realizado pela Gartner, ficou evidente que as organizações com altos níveis de flexibilidade têm quase três vezes mais probabilidade de ver um alto desempenho dos colaboradores.

Isso só reforça a importância das empresas criarem condições para que os times possam escolher onde, quando e como querem trabalhar. É mais do que uma adaptação, é uma mudança de mindset, em que a flexibilização passa a ser o padrão e não a exceção.

Para navegar nessas mudanças com sucesso pondo, de fato, o colaborador no centro, é imperativo que as empresas ofereçam as condições ideais para que o trabalho seja feito tanto em casa como na empresa. Por exemplo: móveis e acessórios ergonômicos, ferramentas eficazes, tecnologia e outros itens têm sido ofertados pelas empresas no formato de um benefício de assinatura de móveis para Home Office como o Work.In.

Nessa verdadeira revolução, o papel do escritório também ganha um novo significado. Afinal, ele continua sendo o núcleo que conecta às pessoas à organização, embora com novo viés. Na gestão centrada no colaborador, a configuração dos ambientes deve refletir essa nova dinâmica; grandes mesas em salas fechadas dão lugar a estações de trabalho colaborativas e espaços de convivência e descompressão amplos e bem ventilados. Mais do que funcionalidade, é indispensável que o mobiliário e o layout do ambiente priorizem o bem-estar, a autonomia e as interações entre as pessoas, em nome da cultura da empresa.

Conclusão

Todos esses ajustes parecem desafiadores, sem dúvida, mas em longo prazo fica claro que o esforço é compensador. O mobiliário como serviço se apresenta como uma resposta inteligente a esse movimento de transformação, tanto na reconfiguração do ambiente do escritório quanto no home office como benefício aos colaboradores. Seja qual for o caminho que sua empresa seguir, nós, da John Richard, temos soluções que vão contribuir para essa nova forma de pensar o trabalho, com um olhar mais voltado para as pessoas, porque nós mobiliamos com alma.

E então, vamos transformar juntos a sua empresa? Clique aqui para entrar em contato conosco pelos canais tradicionais ou fale com nossos especialistas no WhatsApp. Será um prazer atendê-lo!

Last modified: 11 de novembro de 2021

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