Nós podemos armazenar os seus móveis excedentes na retomada

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Recentemente, o Banco do Brasil anunciou que vai devolver 19 dos 35 edifícios de escritórios que mantém no país por conta das novas políticas de home office. Além disso, nossa pesquisa exclusiva aponta que 43% das empresas entendem que precisarão alterar o layout dos seus ambientes para respeitar o distanciamento social.

Acredite: esses dois cenários vão ficar cada vez mais recorrentes na medida em que as empresas voltarem a operar. O que esses fatos têm em comum? O impasse sobre o que fazer com o mobiliário excedente.

Como dissemos aqui e aqui, o momento é de máxima cautela. Afinal, o processo de mudanças está seguindo seu curso, mas é impossível saber onde ele vai terminar. Um recente artigo, publicado pela revista de arquitetura Projeto, aponta que a retomada virá em três ondas. “Inicialmente, o local de trabalho contará com adaptações simples para garantir um mínimo de segurança e bem-estar. Uma segunda etapa compreenderá mudanças mais robustas. Por fim, virá o ‘escritório do futuro’, que incorpora alterações na cultura da empresa e depende do tipo de negócio e do nível de adesão à solução remota.”

Escritórios focados em saúde e bem-estar

Para lidar com essa fase de transição, diversas empresas, como o escritório de projetos Perkins e Will, estão elaborando protocolos de retorno e planos de ação para contingências. De acordo com artigo publicado em seu site, as diretrizes a serem seguidas na retomada envolvem:

  1. Compreender as fases da pandemia 
  2. Desenvolver uma estrutura para o retorno
  3. Entender os riscos de retornar
  4. Avaliar a prontidão dos funcionários
  5. Determinar a capacidade da seus espaços
  6. Identificar quem retorna primeiro
  7. Avaliar o trabalho remoto contínuo
  8. Implementar mudanças operacionais
  9. Reforçar comportamentos e mensagens

Além de garantir uma estratégia adequada, será fundamental compreender os aspectos psicossociais que envolvem o retorno. Albert De Plazaola, diretor de estratégia global da empresa de design Unispace, afirmou recentemente à CNN que a primeira fase da retomada da vida no escritório envolverá mudanças básicas para manter os funcionários seguros e aliviar os medos. “Podemos ter vivido com a gripe há muitos anos, mas é a primeira vez que nossa geração experimenta uma pandemia. Agora, estamos cientes dos riscos à saúde, reais ou imaginários. E os empregadores são hipersensíveis ao potencial de responsabilidade se as pessoas ficarem doentes no trabalho.”

É aí que entra o design afetivo, para acolher os colaboradores em ambientes que não destoem tanto do ambiente familiar, e a clara adoção das medidas de distanciamento social e segurança.

A Organização Mundial da Saúde, por exemplo, recomenda uma distância física de pelo menos 1 metro entre colaboradores e de 10 metros quadrados livres por pessoa. Segundo o órgão, “isso deve exigir a modificação de estações de trabalho, a alteração do uso de espaços comuns e veículos de transporte, turnos de trabalho escalonados, equipes divididas e outras medidas para reduzir a aglomeração no local de trabalho”.

Gestão de mobiliário

O que se pode depreender de tudo isso é que tanto se desfazer do mobiliário excedente quanto comprar tudo novo pode se mostrar ineficaz em médio prazo. “Apenas demarcar o mobiliário que não pode ser usado não parece ser eficiente, porque temos de considerar também o comportamento humano. Retirar o mobiliário é mais seguro”, disse Pamela Paz, nossa CEO, em live realizada em parceria com a Corenet.

E completa: “Se você tem um escritório em local muito valorizado, não faz sentido ocupar um m² caríssimo com mobiliário em desuso. Aliás, não faz sentido ocupar qualquer local com móveis ou ativos parados, uma vez que este mesmo espaço poderia trazer lucro com a atividade core”.

Assim, a resposta está em uma terceira via: nossa solução de Gestão de Mobiliário. “Com ela, cuidamos dos móveis corporativos, que provavelmente estão sobrando nos escritórios de nossos clientes, usando o mesmo cuidado e método que empregamos para manter nosso mobiliário em perfeitas condições, desde a desmontagem, retirada, higienização, armazenamento, retrofit até a devolução, quando for necessário”, afirmou a CEO.

Uma solução ideal para cada empresa

Se você acredita que a gestão de mobiliário é a melhor alternativa para o seu negócio, nós temos o plano perfeito, seja qual for a sua necessidade. São várias etapas que garantem a qualidade do seu mobiliário e o retorno seguro: 

– Catalogação e Vistoria
– Desmontagem e Retirada
– Gestão da Mudança
– Higienização e Desinfecção
– Manutenção e Retrofit
– Armazenamento
– Gestão do Ativo
– Logística de Retorno

Ficou interessado? Então agende uma conversa com a gente e deixe para tomar decisões importantes quando o cenário estiver totalmente desenhado. Conte com a gente!

Acesse: johnrichard.com.br/beneficios/escritorios/volta-ao-escritorio/

Last modified: 23 de julho de 2020

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