O home office da retomada não será mais o mesmo

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Quem imaginaria que, em pouco mais de três meses, um paradigma que persistiu por vários anos seria quebrado em relação ao jeito de se trabalhar? Antes tendência, o home office passou à alternativa de contingenciamento e, finalmente, se tornou realidade – agora vista como solução parcial e até definitiva pelas empresas.

Ao conquistar seu espaço na retomada das atividades, a adoção do home office requer planejamento, não mais sob a ótica do gerenciamento de crise, mas como pilar estratégico da gestão do negócio.

É fundamental agregar amplitude, consistência e governança a esse processo para assegurar uma atuação remota produtiva e saudável para as equipes. Nesse escopo, o olhar deve ir além dos recursos tecnológicos e da conectividade. É aí que o mobiliário como serviço entra em cena e ganha relevância, ao permitir disponibilidade e configuração sob demanda para compor o espaço do escritório dentro da casa do colaborador.

Perspectiva do funcionário em primeiro lugar

A perspectiva das pessoas – e de suas casas – passou a orientar as prioridades de infraestrutura do home office na retomada. E o brasileiro abraçou essa ideia.

Para se ter ideia, dos 17 mil colaboradores de 179 empresas ouvidos pela Pulses, 78% se sentiram mais produtivos trabalhando remotamente. Contudo, 21% disseram não ter estrutura mínima para o home office. Segundo outro levantamento, da Fundação Dom Cabral (FDC) em parceria com a Grant Thornton Brasil, 49% dos 705 profissionais entrevistados acreditam que o espaço físico adaptado ao trabalho permite produzirem à distância. Já a pesquisa feita pela Ambev com seu time revelou que 90% aprovam uma solução híbrida, dividida semanalmente entre o presencial e o virtual.

Por trás desses indicadores estão experiências positivas e dores de pessoas que vivenciaram pela primeira vez o que é adaptar espaços da casa para seguirem trabalhando. Essas percepções não escaparam ao olhar das empresas, que já se deparam com dinâmicas e demandas diferentes para compor um modelo de atuação flexível, a ser decidido com suas equipes, e definido caso a caso.

Olhar da organização para fora do escritório

Envio de mesas e cadeiras ergonômicas para a residência do colaborador. Aulas on-line de meditação, ioga e ginástica laboral. Teleconsulta com psicológicos e happy hour virtual. Horários alternativos para jornadas de pais e mães poderem entreter seus filhos. Essa nova realidade se impôs e tirou da gaveta diversas políticas corporativas para home office. De quebra, a estruturação de regras e a formalização de diretrizes para essa atividade estão transformando a gestão de benefícios, em linha com hábitos que ganham força fora do escritório, sem perder o foco em saúde, bem-estar e produtividade do colaborador.

Começar do zero é uma expressão que faz todo o sentido para as organizações quando o assunto é plano de contingenciamento. É o que observou o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), em um estudo que envolveu 519 membros da alta liderança e do conselho administrativo das companhias de grande porte. Para 61,7% deles, as empresas em que atuam não estavam preparadas para enfrentar a crise causada pela COVID-19. Esse percentual salta para 97,9% quando reconhecem que o novo coronavírus alterou o modo de trabalhar. A adoção do home office aparece no topo da lista (40,5%) como a principal mudança de rotina mencionada.

Como desdobramento desse processo, surge uma nova modalidade de benefício: o “auxílio home office”. Isso nos leva à descoberta da fintech Vee, que identificou mudanças de padrão no uso dos cartões de benefícios entre os 8 mil profissionais de 110 companhias clientes. Despesas com o trabalho remoto – como a contratação de planos de telefonia e internet móvel – cresceram 189%, comparadas ao período pré-pandemia.

Nova realidade, novos espaços

O home office veio para ficar e tem ganhado forma na decisão das empresas que tiveram de manter parte ou a totalidade de seus times trabalhando a partir de casa – e agora aprovam a continuidade do remoto na retomada das atividades.

Isso se aplica ao Brasil, aponta o estudo conduzido pela Cushman & Wakefield com 122 executivos de multinacionais que operam no país. Chega a 73,8% o total de companhias que pretendem instituir localmente o home office como prática definitiva. Se este indicador, por si só, chama a atenção, o histórico também surpreende. Antes da COVID-19, 42,6% nunca haviam adotado a prática, que para 23,8% delas era vista como “possibilidade em análise”. Além disso, 29,5% talvez queiram rever dimensões e propósitos de seus espaços físicos no futuro, por conta da bem-sucedida experiência corporativa.

Conclusão

Na era da mobilidade do trabalho, não há espaço para projetos definitivos e respostas prontas. E a preocupação com o funcionário em home office vem em primeiro lugar.

O novo normal coloca a contratação do mobiliário como serviço no centro de transformações que exigirão das empresas flexibilidade de gestão na hora de repensar o modelo de operação de seu negócio. E nós, da John Richard, estamos prontos para prover soluções completas e atender às adaptações necessárias para uma atuação remota eficiente do seu time em casa. Com praticidade, economia, agilidade e segurança, e em total conformidade com os requisitos legais.

Do fornecimento da cadeira ideal a estações de trabalho, oferecemos mobiliário adequado, acessórios de ergonomia e demais itens, para garantir o bem-estar e a produtividade dos seus colaboradores quando, onde e como precisarem. Conheça o nosso portfólio. Fale com a gente e conte com a nossa parceria para proporcionar a melhor configuração para o home office de sua equipe. Estamos juntos nessa retomada.

Last modified: 3 de julho de 2020

One Response to :
O home office da retomada não será mais o mesmo

  1. Emilio Sergio Barriunuevo disse:

    Estou interessado

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