Para 96,4% das empresas, o novo normal já chegou aos seus negócios, revela pesquisa

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O mundo pós-pandemia não será o mesmo – e isso entrou de vez no radar das empresas. Apesar de ainda não conhecidas em sua totalidade, as consequências futuras dessa experiência sem precedentes na história recente já impulsionam organizações, de diferentes tamanhos e de todos os setores produtivos da economia, a reverem seus processos e se adaptarem ao novo normal.

Esse é um desafio que já começou para a maioria esmagadora das empresas brasileiras: nos últimos dois meses, 96,4% já tinham criado ou estavam desenvolvendo projetos de retomada para suas atividades. Para 83,3% delas, o home office veio para ficar e continuará a ser adotado de modo permanente, parcial ou integralmente.

Os indicadores são alguns dos principais resultados revelados por uma pesquisa que realizamos com dezenas de empresas, com o objetivo de mapear iniciativas, preparativos e revisão de processos para o retorno às atividades. O escopo avaliou três dimensões: planejamento, home office e trabalho presencial, em linha com a adequação às regras sanitárias vigentes.

O levantamento ouviu 108 companhias de nove estados brasileiros e do Distrito Federal, entre os meses de maio e junho, e contemplou participantes de mais de 20 segmentos de mercado, de todos os portes, sendo 47,3% deles organizações com mais de 100 colaboradores. Entre os três setores mais representativos estão TI (22,3%) Engenharia/Construção (18,1%) e Serviços (12,8%).

Planejamento para uma nova realidade

Após se depararem com um cenário de contingenciamento que pegou de surpresa suas operações, as empresas brasileiras assimilaram a necessidade de se preparar para uma nova realidade da gestão de seus negócios – apontou a pesquisa da John Richard.

Do total de entrevistados, 43,5% afirmaram já ter um planejamento traçado e 52,8% estavam com esse processo em desenvolvimento entre maio e junho. A execução em fases dos planos de retorno às atividades foi a opção definida pela maior parte das empresas respondentes (88,9%). E para 55,6%, a volta programada ao escritório já tinha iniciado ou a previsão era de que isso acontecesse até o final de junho.

Home office no centro das transformações

O Brasil demonstra que seguiu a tendência global do home office pós-quarentena. A era da mobilidade no trabalho ganha evidência como um dos pilares dos planos de retomada das empresas nacionais.

De acordo com o levantamento, 80% das companhias entrevistadas pretendem ter de 25% a 75% de seu total de colaboradores trabalhando de suas casas. Para 53,7%, essas decisões ficarão concentradas na área de Recursos Humanos.

Se 83,3% já veem a adoção dessa prática como permanente, 71,1% das que responderam à pesquisa têm a intenção de ampliar o home office no novo normal, comparado com o conduzido antes da pandemia. Entre as que decidiram incorporar o trabalho móvel em seus modelos de atuação, 56,7% irão manter o remoto de 1 a 2 dias por semana, e para outros 43,3% essa periodicidade será de três ou mais dias.

Os espaços de coworking não figuram como prioridades nos planos de retomada das atividades. Segundo a pesquisa, 22% das entrevistadas vislumbram contar com esses espaços como escritório principal ou como benefício oferecido a seus colaboradores – sobretudo entre as que possuem equipes menores.

Novas prioridades do futuro da gestão

A pesquisa também teve como foco dimensionar o impacto da crise econômica impulsionada pela crise sanitária da covid-19 para a empresas brasileiras. Questionadas sobre o número de funcionários estimados para retomarem seus negócios, 57,4% confirmaram que preservarão o mesmo quadro de antes da pandemia, 13% irão ampliar esse total, porém um terço das participantes (29,6%) admitiram que terão reduções em seus times.

A adequação às normas de distanciamento social demandou para 45,3% das entrevistadas alterações de layout para garantir a conformidade da configuração dos espaços de seus escritórios. No entanto, a maioria conseguirá lidar com essa adaptação sem mexer nos metros quadrados de suas instalações – somente 35,2% tiveram de redimensionar áreas ocupadas por suas operações.

O novo normal provocou, ainda, mudanças de hábitos corporativos: 95,5% revelaram que adotarão práticas excepcionais e medidas inéditas por conta da pandemia. A melhoria da limpeza e da desinfecção do local de trabalho encabeça a lista de ações que se tornaram prioritárias, mencionadas por 75,9% das participantes. Entre os canais de contato preferenciais com o público, as videoconferências lideraram com 87% das citações, seguidas por aplicativos de mensagens como WhatsApp (75,9%).

As maiores preocupações já sinalizam os legados deixados pela quarentena ao mundo corporativo. A necessidade de formalização de políticas corporativas para o home office (70%) vem em primeiro no top 5, seguida pela atenção à adaptação da cultura organizacional para atuação remota (65%), desempenho comercial (43%), adequação do mobiliário e do layout dos ambientes (32%) e manutenção de investimentos (24%).

Conclusão

O levantamento não deixa dúvidas de que, no novo normal, as empresas terão de preparar suas operações para acompanharem transformações constantes – esperadas ou não. E responder com rapidez a contextos completamente diferentes dos vivenciados antes da crise global nos últimos meses será fundamental.

Estamos em reconstrução de um amanhã para o qual não existem respostas prontas, tampouco definitivas. Terão habilidade para se manter na dianteira as empresas capazes de conectar suas estratégias de atuação a essa nova conjuntura, em que a flexibilidade – de planejamento e execução – prevalece como diferencial competitivo.

O mobiliário como serviço faz parte desse novo futuro e nossa equipe se antecipou a essa necessidade. Oferecemos soluções completas e inteligentes, 100% adaptáveis e repensadas a partir de cada demanda. Desde a gestão de ativos e a armazenagem de móveis que não terão mais uso, até a locação de um mobiliário versátil para qualquer cenário de trabalho, colocamos a nossa expertise a serviço da sua operação.

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Last modified: 13 de julho de 2020

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