Sharing: economia e cultura de compartilhamento.

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Há pouco mais de uma década, seria inconcebível pagar um estranho para transportá-lo até o trabalho. Ou ainda, alugar um quarto na casa de um desconhecido para passar as férias em outro país. Entrar em contato com alguém que você nunca viu para solicitar um serviço é uma revolução e tanto. Aliás, às vezes você até paga por tal serviço com antecedência. Hoje, compartilhar é uma atividade do cotidiano. Dependendo da sua  rotina, é até possível que você use pelo menos alguma solução de sharing economy todos os dias.

O que é sharing economy?

A sharing economy – economia de compartilhamento – é um modelo no qual bens e serviços são fornecidos de pessoa a pessoa via facilitador, que costuma ser uma plataforma digital. Um aspecto importante do sharing são os ativos. É comum que o modelo transforme ativos subutilizados em serviços. Por exemplo, quando uma pessoa atua como motorista de aplicativo, o veículo pessoal, que ficava horas em desuso, torna-se fonte de renda ao ser compartilhado com pessoas que precisam de transporte sob demanda.

Sharing e John Richard.

O sharing está presente no modelo de atuação da John Richard. Afinal, ao invés de imobilizar capital na compra de ativos, que ficam à mercê de serem subutilizados, as empresas alugam mobiliário as a service e on demand. Dessa forma, as mesas e cadeiras são compartilhadas de acordo com necessidade real de uso. Assim como acontece nas soluções unicórnio (startups com valor de mercado de mais de 1 bilhão de dólares), conveniência, flexibilidade e agilidade são os benefícios que movimentam e fomentam o avanço do setor. E mais, sustentabilidade também é um conceito importante no contexto de atuação das soluções de compartilhamento. Inclusive, já abordamos aqui no blog sobre como ampliar a sustentabilidade com a gestão do mobiliário.

Sharing: vantagens em mão dupla.

Uma das características marcantes da sharing economy é o fato de que todos ganham. Isso acontece porque as soluções de compartilhamento são baseadas no valor do encontro. Ou seja, no transporte via aplicativo, motorista e passageiro se encontram. No aluguel de moradia por temporada, o encontro é entre locatário e viajante. A partir de um primeiro contato, os lados interessados podem realizar uma transação que será vantajosa para todos os envolvidos, incluindo para a plataforma que media a relação e confere segurança ao processo.

O avanço do sharing é paralelo ao crescimento do valor da experiência. Aproximar pessoas, possibilitando um troca genuína de vivências é um movimento fortíssimo. Além de diretamente viabilizar tais trocas, as soluções baseadas em compartilhamento também suportam estratégias e ações atentas à colaboração. Aqui, voltamos à solução de mobiliário flexível como exemplo de uso compartilhado em prol das pessoas. Ambientes continuamente atualizados e mobiliados para atender às demandas dos colaboradores são um modelo de cultura do compartilhamento. Todos dividem o workplace e todos se beneficiam da pluralidade de ambientes pensados para incentivam produtividade, cocriação ou descontração.

Last modified: 13 de junho de 2019

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