Sua empresa conhece os 5 custos ocultos da compra de móveis?

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Alugar móveis corporativos é uma boa ideia? Esta é uma questão muito comum entre quem está em dúvida se abandona o modelo de compra de móveis ou ainda não conhece detalhadamente o conceito de mobiliário como serviço.

Antes de respondê-la, é preciso deixar claro um ponto importantíssimo: o bom executivo quer sempre fazer a escolha mais inteligente, especialmente quando ela passa por aspectos financeiros. Por isso, sempre é prudente comparar um pouco mais detidamente os dois modelos.

Se você está estudando se alugar móveis para escritórios é realmente uma boa ideia, vamos ver não apenas um, mas cinco custos ocultos da compra de móveis que vão provar que é hora de você vir para o mundo do mobiliário como serviço.

1) Investimento inicial alto (de tempo e dinheiro)

É claro que o aluguel de móveis corporativos requer um investimento inicial muito menor do que a compra de, por exemplo, cem cadeiras ergonômicas para seu time. Mas quando se opta pela compra, o caminho entre o início e o fim do processo – em termos de custos – poucas vezes é observado com atenção. O tempo gasto levantando todas as necessidades específicas do time, fazendo pesquisas de mercado para encontrar móveis com a máxima qualidade dentro do orçamento dedicado para o projeto, pedindo orçamentos para comparação, negociando as condições de pagamento e aguardando a entrega do mobiliário (que nunca é imediata) são pontos importantes que caem no esquecimento a partir do momento que os móveis chegam.

Mas pense um pouco nas etapas que acabamos de descrever. Quantos colaboradores foram envolvidos em todas elas? Por quanto tempo? E quanto custou para a empresa dedicar o esforço e o tempo dessas pessoas à tarefa?

Quando se pensa que tanto o tempo quanto a energia desse time poderiam ter sido empregados em outras tarefas dentro da empresa, você consegue dizer de pronto quanto de receita elas deixaram de gerar graças à decisão de comprar móveis, especialmente quando a opção pelo aluguel eliminaria praticamente todas essas etapas?

2) Depreciação

Você sabe como calcular a depreciação de um ativo? Este é um aspecto crucial na gestão de bens de uma empresa e que, frequentemente, não é levado em consideração ao se comprar móveis corporativos. Mas sua influência na decisão deveria ser decisiva.

Móveis corporativos se desvalorizam a uma taxa de 10% ao ano. Esse índice pode chegar a 15% para os móveis que são usados durante todo o período de expediente. Como sua vida útil média é de 10 anos – e sabemos que este número, na prática, não é realista –, em muito menos tempo as peças já se depreciaram o suficiente para você não conseguir trocá-las ou vendê-las sem absorver um enorme prejuízo. E porque mais dinheiro precisará ser comprometido para substituí-las.

Com o mobiliário como serviço, sua empresa não terá de lidar com os custos da depreciação, contando ainda com uma vantagem muito importante: o valor desembolsado com o aluguel de móveis corporativos pode ser deduzido do Imposto de Renda, tornando a opção ainda mais interessante financeiramente do que a compra do mobiliário.

3) Manutenção e armazenagem de móveis danificados

Os móveis se depreciam monetariamente não só devido ao passar do tempo, mas também pelo seu estado de conservação. Toda empresa já passou pelo problema de ter de lidar com móveis quebrados ou em desuso. O que fazer com eles, quando muitas vezes o preço de reformá-los já não vale o investimento?

Quando as peças não são abandonadas e encostadas em um cantinho, a saída que todos conhecemos é criar um depósito de móveis. Reserva-se um ambiente da empresa apenas para que essas peças problemáticas saiam do caminho. Mas quanto custa perder um espaço corporativo para esse fim? Ou melhor: quanto esse espaço poderia contribuir com o lucro da operação se fosse dedicado ao core da empresa?

Além isso, há uma questão importante envolvendo os colaboradores: móveis velhos ou desgastados são normalmente desconfortáveis. O quanto o desconforto físico causado por mobiliário ruim pode impactar na produtividade dos seus times?

Esses são dilemas que empresas que adotam o mobiliário como serviço não precisam enfrentar, porque a manutenção está inclusa no serviço, bem como a substituição das peças danificadas por móveis de qualidade e ergonômicos. Uma economia e tanto, que não é evidente até que seja tarde demais e os problemas comecem a surgir.

4) Imagem da empresa

Uma empresa com um bom layout, ambientado com móveis adequados e em boas condições é um cartão de visitas muito importante nos dias de hoje. Isso compõe o conjunto de pequenas qualidades que, somadas, fortalecem a imagem de uma empresa em termos de credibilidade. Basicamente, porque mostram que a sua saúde financeira é boa o suficiente para permitir que esse seja um cuidado de “topo de lista”. Isso facilita muito o fechamento de negócios, por passar a confiança e a segurança necessárias para os prospects avaliarem a sua empresa como potencial parceira.

Com o mobiliário como serviço, sua empresa estará sempre bem equipada, com peças novas, robustas e que evitarão que potenciais clientes a vejam como uma empresa que tem dificuldades para se manter ou que parou no tempo.

5) Responsabilidade pela posse e custo para descarte

No Brasil, o descarte de móveis de escritório representa um desafio para os serviços de recolhimento e o aterramento municipais. É o conhecido e polêmico lixo corporativo. Isso tanto é um problema que a Prefeitura de São Paulo, por meio da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), passou a fiscalizar eletronicamente a geração de resíduos de todas as empresas do município, prevendo punição com multa para as grandes geradoras de lixo.

Os custos para contratar um serviço especializado que cuide do descarte de móveis de maneira correta pode ser impeditivo para muitas empresas, o que as leva naturalmente a optar pelo armazenamento interno, comprometendo metros quadrados com lixo, conforme dissemos anteriormente.

A adoção de mobiliário como serviço pode reduzir drástica ou totalmente o custo que a sua empresa tem em relação ao descarte de mobiliário corporativo, evitando também o ônus de multas sanitárias e desgaste de imagem sob o aspecto ambiental, algo que nenhum modelo de compra consegue fazer.

Conclusão

Esses são os principais custos ocultos da compra de móveis, mas ainda há muitos outros. Passando por questões ambientais e ecológicas – algo que pode representar maior ou menor possibilidade de negócios, conforme os cuidados tomados pela empresa (uma preocupação crescente entre parceiros e consumidores) – e chegando a adaptações como as provocadas pela recente pandemia, em que muitas empresas se viram presas ao seu mobiliário sem a possibilidade de substituí-los por equipamentos para home office, a compra de móveis corporativos é um modelo que deixa de fazer sentido, financeiramente falando.

Por isso, quando você precisar de mobiliário corporativo (ou para o home office dos seus colaboradores), não perca a oportunidade de falar com a gente e tome a melhor decisão para sua empresa. Entre em contato, será um prazer atendê-lo.

Last modified: 15 de outubro de 2020

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