Sua empresa está pronta para o novo normal dos ambientes de trabalho?

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De acordo com nossa pesquisa exclusiva sobre o pós-pandemia, 9 entre 10 empresas já estão se planejando para retomar, em alguma medida, as atividades presenciais.

No entanto, diante de um cenário em que faltam respostas e sobram incertezas, vale a reflexão. Por que continuar buscando algo definitivo quando o mundo está sinalizando a necessidade de mais flexibilidade para lidar com mudanças velozes? Acredite: pensar em uma solução de mobiliário adequada a esse novo momento é tema central, já que as empresas precisam assegurar aos seus funcionários um retorno seguro após meses de home office.

Como já destacamos neste artigo, o novo normal dá boas-vindas à era da flexibilidade. E o primeiro aprendizado é desaprender para se reinventar. Os espaços de trabalho não serão mais os mesmos. Isso é fato. No entanto, esqueça a ideia de uma transição completa e imediata. Lembra de como eram conduzidos os desenvolvimentos de projetos antes de as metodologias ágeis conquistarem os holofotes? Pois é. Elas foram revolucionárias porque passaram a fragmentar e testar pequenas e graduais entregas, que podem ser revistas e corrigidas, até se atingir os resultados esperados. A situação, neste caso, é a mesma!

Não sabemos quais outras experiências esta pandemia ainda pode trazer, mas temos a certeza de como isso já impactou o jeito das equipes trabalharem. E em meio a esse contexto – que exigirá que as empresas revejam diretrizes e redimensionem processos e infraestruturas –, há a oportunidade de planejar de modo diferente. O mobiliário como serviço prevalece como um facilitador, já que viabiliza um modelo de locação customizado e alinhado a adaptações graduais e necessárias à configuração de escritórios. Este é um atributo providencial para atender a requisitos sanitários com foco em ampliar a proteção individual e evitar a propagação de vírus em ambientes compartilhados.

Enquanto não é possível contar com normativas técnicas, leis específicas e políticas públicas para estabelecer regras e procedimentos a serem adotados e cumpridos, compartilhamos neste artigo exemplos de práticas – referenciadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Occupational Safety and Health Administration (OSHA) – que evidenciam o papel do uso de mobiliários para redesenhar com flexibilidade os ambientes de trabalho.

Ouça a equipe para conhecer expectativas neste momento de retomada

Parece óbvio, mas nem sempre é assim. Pensar nas pessoas é algo tão prioritário que a missão de ouvir suas percepções pode se tornar uma etapa esquecida no meio do processo. Realizar uma pesquisa com seus funcionários – principalmente se o home office foi a alternativa diante da necessidade do distanciamento social – pode revelar inputs valiosos para estruturar a retomada das atividades.

Aqui vai um exemplo: a pesquisa U.S. Work from Home Survey 2020, realizada pelo Instituto Gensler com mais de 2.300 trabalhadores americanos em dez setores diferentes, apontou que 70% dos funcionários preferem voltar ao local de trabalho parcialmente a manterem o home office imposto pela pandemia. No entanto, 73% veem como positivo que haja aumento do distanciamento social no ambiente, e 68% esperam por uma redução no uso de espaços de trabalho compartilhados. Já 55% disseram que políticas corporativas de prevenção e controle de doenças mais rigorosas, mudanças na rotina de limpeza dos móveis e o redesenho dos espaços devem vir em primeiro lugar entre os procedimentos adotados pelas organizações em que trabalham. Por outro lado, 73% concordariam em trabalhar em casa, se fosse necessário. Assim, as expectativas dos profissionais, mesmo que influenciadas por um período intenso de isolamento, sinalizam um recorte interessante de como o conceito de mobilidade chegou aos ambientes de trabalho – e veio para ficar.

Da posição das mesas aos fluxos específicos de circulação, o distanciamento é quem manda

No novo normal, as ideias e a produtividade devem continuar a fluir, sem dar carona ao contágio. Mas como preparar o layout do escritório para receber as pessoas na retomada das atividades presenciais? Já abordamos, em nossos artigos, como os referenciais que dão identidade aos espaços corporativos tiveram de ser revistos para que outro elemento entre em cena: o distanciamento com foco em minimizar a propagação de doenças.

No Brasil, o Ministério Público do Trabalho já compartilha a orientação para que as empresas atentem a esse requisito. Por isso, preparar as mudanças necessárias de forma gradual exige um planejamento sério e mente aberta. Essa é uma das principais mensagens que a empresa de arquitetura Perkins and Will destacou em seu “Road Map for Return – Guidance for a return to the office during Covid-19”. Alinhado às recomendações de autoridades de saúde pública, o guia reúne estratégias para uma reabertura segura às equipes, como os critérios de análise de distância, que preveem dois metros de diâmetro entre as pessoas nos espaços coletivos, além da demarcação de postos fixos de trabalho e corredores de circulação.

Vale resgatar o conjunto de atitudes apontadas pela Cushman & Wakefield que materializam os “6 Feet Offices”, conceito que define os escritórios adeptos do distanciamento social pós-pandemia da Covid-19. Além da análise do ambiente quanto ao risco de contaminação e da adesão dos colaboradores às etiquetas de prevenção, a adaptação das estações de trabalho vem reforçar a proteção requerida pelo novo normal. Alguns dos aspectos a considerar: móveis com materiais que permitam limpeza com uma frequência maior e prolonguem a higienização de superfícies, bem como divisórias de poliestireno transparente acopladas às mesas para assegurar uma interação segura entre os funcionários (não deixe de conferir as opções de painéis protetores de mesa disponíveis em nosso site clicando aqui).

Não há mais espaço, fisicamente falando, para projetos definitivos nos ambientes de trabalho. Agora, é a vez das soluções flexíveis, pautadas pela conveniência e praticidade da locação de móveis sob demanda, pela capacidade de transformar rapidamente ambientes para atender às novas mudanças do mundo e do seu negócio. Há mais de vinte anos, essa é a nossa expertise em mobiliário como serviço. Quer saber mais? Fale com a gente, mas antes clique aqui e descubra como estamos prontos atender às necessidades do projeto de retomada da sua empresa.

 

Last modified: 23 de junho de 2020

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