Transforme seu escritório em um local seguro para a retomada

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No mês de junho, o Google registrou um aumento de quase 75% nas buscas pelo termo “novo normal” em relação ao ano passado. E não é por acaso: para muitas empresas brasileiras, fazer planos para a retomada é assunto de primeira ordem.

Diversos protocolos para a reabertura de escritórios e do comércio em geral vêm sendo divulgados pelos órgãos competentes, mas eles são apenas um norte. Adaptá-los à realidade de cada empresa é o verdadeiro desafio para gestores e decisores.

Afinal, esse novo mood de trabalho se desdobra em uma nova etiqueta de distanciamento, a adoção de um modelo híbrido de trabalho (remoto e presencial) e a infraestrutura necessária para evitar aglomerações e manter a segurança dos colaboradores. Essa é uma tarefa que está longe de ser trivial, porque se por um lado não pode ser ignorada, por outro, ocorre em um período ímpar da História do Brasil e do mundo.

1. O pior momento da economia

Nos próximos meses, começaremos a sentir o impacto de uma recessão sem precedentes na história do Brasil, com previsão de queda brutal no PIB – algo entre 7% e 9%. No mundo, essa realidade não será diferente. Segundo dados do Banco Mundial, a crise econômica mundial causada pela pandemia só é superada pelas crises ocorridas no início da 1ª Guerra Mundial, ocorrida entre 1914 e 1918, na Grande Depressão, entre 1930 e 1932, e em 1945 e 1946, após a Segunda Guerra Mundial. Assim, grandes orçamentos para a reforma de ambientes e compra de mobiliário não parecem ser a decisão mais adequada.

2. O novo normal é a mudança

Os escritórios precisarão ser locais com alta flexibilidade e adaptabilidade, porque novas necessidades surgirão à medida que o combate à epidemia for avançando. Assim, se o momento agora é de garantir barreiras físicas entre as pessoas, é possível que no futuro essas medidas possam ser abrandadas a partir de um controle maior da pandemia.

Mas o contrário também pode acontecer. Uma pesquisa recente feita pela consultoria PWC revela que CEOs nos Estados Unidos consideram fortemente a possibilidade de uma segunda onda de contágio pelo vírus. E mesmo que não ocorra, não se pode descartar a possibilidade de um colaborador se infectar pela covid-19 e provocar uma nova quarentena na empresa.

E depois que tudo isso acabar, será que as empresas retornarão ao modelo open space, com ambientes convidativos para aglomerações e proximidade física? É impossível prever. Para Guilherme Dietze, assessor econômico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), a incerteza é um dos fatores que mais atrapalham a retomada dos negócios. “Ninguém sabe muito bem como vai ser a volta. Causa insegurança. O empresário fica receoso de abrir e depois ter que fechar novamente, e não tem uma definição de como será o processo de retomada”, afirma.

O fato é que, se sobram dúvidas, a certeza é que o layout das empresas deverá ser flexível o bastante para acompanhar todas as mudanças impostas pela realidade – sejam elas quais forem.

O agora

Guarde o conceito de flexibilidade em qualquer cenário e vamos nos concentrar em como as empresas estão se transformando hoje. Depois de quase dois meses paradas, as montadoras reabriram suas portas com novas medidas de prevenção.

Do álcool em gel acionado pelo pé, passando por divisórias nos refeitórios, delimitação de espaços e medição de temperatura na porta, cada marca vem se adaptando de acordo com a sua realidade. Para se ter ideia, a Fiat instalou divisórias nas pias dos banheiros e retirou bebedouros do tipo fonte em suas unidades. Outras montadoras abandonaram o self-service. E na Volkswagen, as portas agora podem ser abertas com os cotovelos, graças a uma adaptação feita com impressora 3D na própria fábrica.

Nos escritórios não é diferente. Segundo a Fecomercio, espaços de trabalho, salas de reunião e auditórios devem “mudar layout ou alternar assentos, demarcar lugares que precisarão ficar vazios, e considerar não somente o distanciamento lateral, mas também o espaço entre fileiras”. Sugere, ainda, demarcação no piso com fitas de sinalização para informar a distância segura entre as pessoas quando estiverem em pé.

Já a consultoria Cushman&Wakefield acrescenta que instalar divisórias de vidro ou placas de acrílico entre estações de trabalho, nas recepções e expedições também é uma boa maneira de manter o distanciamento. E sobre novas tecnologias que podem ser adotadas, sugere a inclusão de sensores para contagem de pessoas, comandos por voz, infraestrutura para processos de trabalho digitais, automação de processos e outros.

Esquema de mesas de trabalho sugerido pela Cushman&Wakefield

Um novo normal diferente para cada empresa

Diante desse cenário, fica claro que os critérios são gerais, mas as soluções são personalizadas. E diante desse momento de incertezas, promover mudanças adaptáveis a novas realidades é a melhor solução. A boa notícia é que nós, da John Richard, estamos preparados para ajudar você a fazer as melhores escolhas. Nossas soluções em mobiliário como serviço incluem tudo o que você precisa para um retorno seguro. De divisórias a móveis adequados ao home office, passando por estações de trabalho modulares. Converse com a gente sobre o seu projeto e transforme a sua empresa no lugar ideal para um trabalho produtivo e seguro.

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Last modified: 7 de julho de 2020

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